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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Dois passageiros com entrada negada por causa do atestado do teste do coronavírus

O Japão continua com a medida de fronteira, exigindo a apresentação do comprovante de resultado negativo do teste aos passageiros do exterior

quarentena
Segundo informações do MHLW-Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, de terça-feira (20), dois passageiros que vieram do exterior tiveram a entrada negada no Japão e foram mandados de volta. 

Um dos casos foi de uma passageira na faixa dos 20 anos, vinda dos Estados Unidos, a qual desembarcou no Aeroporto Internacional de Narita, na segunda-feira (19).

O país continua exigindo o atestado com resultado negativo do teste para o novo coronavírus, emitido até 72 horas antes da partida, sendo que o dela tinha mais do que esse tempo. 

O outro caso foi de um cidadão japonês, na faixa dos 30 anos, vindo a Holanda com chegada no KIX-Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka. Foi considerado um teste inadequado, pois não era de acordo com um dos exigidos pelo Japão, como das amostras colhidas pelo esfregaço nasofaríngeo ou da saliva. 

Esses foram os dois primeiros casos de entrada não permitida no país, por causa do modo do teste ou do atestado com mais de 72 horas, depois que o governo fortaleceu as medidas de fronteira durante a epidemia no país. 

Medidas de fronteira
O ministério recomenda aos passageiros de todos os países, incluindo os japoneses que vêm do exterior, sobre os tipos de teste e também o formato do atestado, com informações na sua página.

Para ver o modelo do atestado em português toque aqui.

Na chegada, todos os passageiros devem passar por mais um teste de PCR e também deverão esperar 14 dias em quarentena, além de assinar um termo de compromisso com as regras.

A partir de segunda-feira (19), as companhias aéreas deverão solicitar o atestado negativo. Caso o passageiro não o tenha devem recusar o embarque.   
Fonte: Portal Mie com MHLW, NHK e FNN

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Companhias aéreas intensificam medidas contra coronavírus

A Associação Internacional de Transportes Aéreos estima que poderia levar 4 anos para a demanda por voos internacionais retornar ao nível de 2019
Companhias aéreas

A indústria da aviação vem sendo duramente atingida pela pandemia do novo coronavírus, enquanto companhias aéreas cortaram ou cancelaram voos em uma escala sem precedentes.

Para atrair passageiros de volta, aéreas estão fazendo de tudo para protegê-los contra infecções, visto que elas se prepararam para reiniciar voos.

Comissários da Philippine Airlines servirão os passageiros usando vestimenta de proteção completa. Isso faz parte dos esforços de reequipamento da companhia antes de retomar voos regulares nesta segunda-feira (1º).

Uma fabricante de poltronas para aeronaves também surgiu com uma nova configuração de assentos. Para manter a distância ente os passageiros, as poltronas do meio ficam viradas para trás. Os assentos também serão separados por cortinas de plástico.

A tecnologia também está representando um papel importante. A Etihad Airways planeja uma nova geração de máquinas de check-in.

Agora, não há necessidade de tocar a tela, visto que os passageiros podem concluir os procedimentos de embarque ao mover o cursor com os movimentos de suas cabeças.

Principais companhias aéreas japonesas como a All Nippon Airways – ANA pedirão aos passageiros que usem máscaras quando passarem pela verificação de segurança antes de chegar aos portões de embarque, assim como a bordo das aeronaves.

A Japan Airlines – JAL manterá as poltronas do meio vazias até o fim de junho a fim de permitir uma distância segura entre os passageiros.

O professor Tozaki Hajime da Universidade J.F Oberlin diz que “companhias aéreas tentaram oferecer mais conveniência, incluindo viagem barata. Agora que os passageiros estão preocupados com o coronavírus, medidas de proteção serão levadas em consideração por muitos quando escolherem uma companhia aérea”.

Contudo, medidas rigorosas para prevenir infecções poderiam significar tarifas mais caras e outras inconveniências para os passageiros. A Associação Internacional de Transportes Aéreos – IATA estima que poderia levar 4 anos para a demanda por voos internacionais retornar ao nível do ano passado.
Fonte: Portal Mie com NHK

terça-feira, 17 de março de 2020

Companhias aéreas reduzem voos em meio a restrições de viagem na Europa

Os esforços das aéreas se intensificaram após a Organização Mundial da Saúde ter dito que a Europa é agora o epicentro da pandemia de coronavírus
Lufthansa

Companhias aéreas sediadas na Europa estão diminuindo voos drasticamente em resposta a restrições de viagem impostas por países europeus que combatem a pandemia de Covid-19.

Seus esforços se intensificaram após a Organização Mundial da Saúde – OMS ter dito que a Europa é agora o epicentro da pandemia.

A Alemanha impôs restrições rigorosas na segunda-feira (16) sobre pessoas que entram e saem da nação. Países como República Tcheca e Dinamarca estão negando a entrada de estrangeiros.

A queda na demanda por viagens foi exacerbada pela decisão dos Estados Unidos de aplicar restrições radicais sobre viagens partindo da Europa.

O Grupo Lufthansa da Alemanha diz que reduzirá em 90% seus serviços de longa distância e em 80% os de curto percurso. O grupo também anunciou que sua subsidiária Austrian Airlines diminuirá todos os voos entre 19 e 28 de março.

O grupo Air France-KLM disse que reduzirá sua capacidade em até 90%. Um grupo que inclui a British Airways e a Iberia diminuirão serviços em 75% ou mais.

A pandemia também está gerando caos na mão de obra das aéreas. A Scandinavian Airlines vai despedir até 10 mil funcionários. Esse número representa 90% da força de trabalho da companhia. A Norwegian Air Shuttle vai dispensar temporariamente 7,3 mil funcionários.

Segundo especialistas, algumas aéreas podem acabar precisando de suporte do governo para se manterem no mercado.
Fonte: Portal Mie com NHK